Categoria:Crédito Pessoal

Crédito Pessoal Financeiro

Tipos de inflação e como elas afetam o seu bolso

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Inflação de demanda, inflação inercial, inflação de custos, muitos são os nomes dados a boa e velha inflação e por isso vamos explicar, aqui no blog, o que significa cada uma delas e suas consequências. 

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O que é CDB e como investir

Onde você guarda as suas economias? Se você respondeu a poupança está na hora abrir a cabeça e conhecer outras formas de investimentos, que podem ser mais lucrativas a longo prazo, como o CDB, por exemplo. Você não sabe o que é CDB? Te explicamos tudo o que você precisa saber!

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Cartão de Crédito Crédito Pessoal Financeiro

O que é score e para que serve?

O score de crédito é uma avaliação estatística de riscos utilizada por lojas, empresas, bancos e instituições financeiras para verificar se vão ou não liberar aquele crédito ou financiamento pra você. Mas em que é baseada esta avaliação? Te explicamos estas e outras dúvidas sobre Score financeiro.

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Cartão de Crédito Crédito Pessoal Financeiro

O que é Taxa Selic e como ela afeta sua vida financeira?

A taxa Selic está diretamente ligada a sua vida financeira. A inflação, os juros praticados no mercado, o câmbio de moedas estrangeiras e até mesmo a conta do seu cartão de crédito são influenciados pela Selic. Não é a toa que muito se fala sobre ela nos noticiários.

 

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Imposto de Renda: dicas para não cair na malha fina

Amanhã, dia 28 de abril, acaba o prazo para entrega da declaração sobre o Imposto de Renda e nós preparamos algumas dicas que vão ajudá-lo a não cair na malha fina.

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Tipos de Empréstimos e Como Solicitar

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Com tantos empréstimos disponíveis fica até difícil saber qual é o ideal para cada necessidade mas hoje vamos explicar os tipos de empréstimos que existem e qual você deveria solicitar em diferentes situações.

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Cartão de Crédito Crédito Pessoal

Crédito pessoal ou cartão de crédito: qual é a melhor opção?

O mercado oferece diversos tipos de empréstimos para facilitar a organização de finanças pessoais, e as modalidades mais famosas atualmente são: o cartão de crédito e crédito pessoal.

Crédito pessoal

No caso do crédito pessoal, os juros são pré-fixados pelos bancos e já vêm embutidos em cada parcela. Comparado com o cartão de crédito, essa opção tem juros menores. O crédito pessoal tem taxas de juros divulgadas semanalmente em relatório do Banco Central. Essa é uma boa opção para momentos em que se perdeu o controle sobre as finanças e as faturas do cartão também estão saturadas. Enquanto as operadoras de cartões de crédito cobram até 230% de juros ao ano, o crédito pessoal pode ter uma taxa de 3% ao mês.

É possível utilizar através do Banco Central um recurso que permite planejar a fundo o crédito pessoal: a Calculadora do Cidadão. Com tal ferramenta, é possível fazer o cálculo de quantos meses demorarão em quitar a dívida, conhecer as taxas que serão pagas e descobrir o valor financiado total, ao final.

Cartão de crédito

Ao usar o limite do cartão e não pagar será preciso arcar com uma taxa média de juros de 323,14% ao ano, acrescida ao valor que não foi pago. A média foi obtida, a partir do cálculo das taxas cobradas pelos principais bancos brasileiros, comprovando que os juros do crédito rotativo são os maiores ao se pagar o valor mínimo da fatura. Por isso, é melhor contratar crédito pessoal que utilizar o cartão de crédito, pois, além dos altos juros, no caso do cartão também é preciso pagar tarifas a cada saque, que podem variar entre R$5 e R$40.

Independente do tipo, seja crédito pessoal ou cartão de crédito, antes de fazer qualquer empréstimo é necessário pesar se é realmente necessário. Para emergências, por exemplo, e não para meros desejos consumistas que podem aguardar mais um tempo para ser realizados. Em caso de dívidas, é sempre indicado encontrar qual é a origem do problema financeiro e tentar combatê-lo, caso contrário o descontrole pode voltar no futuro. O planejamento, entretanto, é o mais importante para que não haja nenhum gasto desnecessário e se livrar de vez de dívidas. De modo geral, é recomendado que os pagamentos de dívidas não ultrapassem 30% da renda total do usuário.

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